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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Show do Black Sabbath em São Paulo deve ocorrer no Campo de Marte


O jornalista José Norberto Flesch, fonte segura de boas informações em primeira mão sobre o show business, acabou de divulgar em seu twitter que o show do BLACK SABBATH em São Paulo deve ser realizado no Campo de Marte.
"Mais uma dica sobre o lugar do show do Sabbath: é inédito. O lugar é conhecido, mas nunca teve show lá... ao menos de banda gringa nunca vi. Salvo mudança de última hora... eu disse salvo mudança de última hora... show do Black Sabbath em SP será no Campo de Marte. Vantagens do Campo de Marte: é perto do metrô e rodoviária Tietê. Certeza que T4F pensou no povo que vem de longe e/ou de outras cidades. Boa sacada."

Fonte: Black Sabbath: show em SP deve ser no Campo de Marte http://whiplash.net/materias/news_828/177063-blacksabbath.html#ixzz2PvTVOvjX

Folk Metal - Hagbard banda brasileira cada dia crescendo

Propósito de unir as influências do Folk e do Heavy Metal, porém, priorizando desde o princípio a busca por uma sonoridade própria.


Em 2011 a banda lançou seu primeiro trabalho, a demo CD “Warrior's Legacy”, contendo quatro músicas autorais que já deixavam claras as intenções da banda em relação à sonoridade a ser seguida. O trabalho repercutiu de maneira positiva, sendo bem aceito pela mídia especializada e rendendo números expressivos à banda, como a impressionante marca de 40 mil visualizações da demo no Myspace e quase 1300 likes direcionados à fanpage oficial da banda.


Mesmo com pouco tempo de existência a banda conquistou diversos elogios e calorosa recepção por parte do público.

No segundo semestre de 2012 iniciou as gravações do álbum de estreia, intitulado “Rise of the Sea King”, com previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2013. O álbum está sendo produzido no Estúdio Aba em Juiz de Fora (MG), com produção a cargo de Leo Simas.


Simultaneamente às gravações, o Hagbard segue realizando shows pela região e já trabalha no agendamento de datas para a tour, que terá início após o lançamento de “Rise of the Sea King”.

Ghost B.C encanta todos com o seu novo álbum “Infestissumam”

Ghost vem conquistando fãs de todos os lugares, com o seu novo álbum “Infestissumam” com puro psicodelismo chega a todos, trazendo um álbum muito superior (ou não) ao "Opus Eponymous" deixando mais de lado as pegadas de Doom, e ficando mais no Heavy Metal.


O álbum começa com a faixa-título “Infestissumam” com um tipo de canto gregoriano, a faixa é bem curta, depois vem "Per Aspera Ad Inferi" segunda faixa do álbum, que pode se dizer que é a mais "pesada" com riffs poderosos e o vocal bem limpo, sem falar do refrão que é um dos melhores do álbum (se não o melhor). Em seguida temos "Secular Haze" a mais conhecida, não preciso falar muito dela, tem uma intro incrível, e o vocal de Papa Emeritus II se supera mais uma vez, com um refrão que não sai da cabeça, viciante. Em quarto temos a  "Jigolo Har Megiddo" bem setentistas, um pouco puxado pro Hard e Rock Progressivo.


E aí vem uma das minhas preferidas do álbum "Ghuleh / Zombie Queen" quinta faixa do álbum, puro psicodelismo! são duas faixas em uma, na primeira música parece muito com músicas de filmes de terror um pouco meio que assustadora porém é "perfeita" com um ritmo muito bom, principalmente nos teclados, Zombie Queen é mais Heavy Metal e bem melódica.

 Em sexto vem a poderosa "Year Zero" Belial, Behemoth, Beelzebub, Asmodeus, Satanas, Lucifer. Com uma intro incrível Year Zero para muitos já é um clássico, e para outros a melhor música do Ghost. começa com uma intro entoando o nome de 6 entidades satanicas, a música evolui com um refrão viciante. Em sétimo temos a "Body And Blood" na minha opinião é a melhor do álbum, com um solo "fodasticamente foda" não tenho muito o que dizer dela, só escutem.


Quase terminando o álbum temos "Idolatrine" como oitava faixa, tem um clima bem setentistas, em nono temos "Depth Of Satan's Eyes" foi a que eu menos gostei , e fechando o álbum temos a melódica "Monstrance Clock" que foi uma das que eu mais viciei.

Ghost faz mais uma vez um grande trabalho, e de certeza atinge as expectativas!

Tracklist:
1. Infestissumam (1:42)
2. Per Aspera Ad Inferi (4:09)
3. Secular Haze (5:11)
4. Jigolo Har Megiddo (3:58)
5. Ghuleh / Zombie Queen (7:29)
6. Year Zero (5:50)
7. Body And Blood (3:43)
8. Idolatrine (4:23)
9. Depth Of Satan's Eyes (5:25)
10. Monstrance Clock (5:53)


sábado, 2 de fevereiro de 2013

Análise de "Phantom Antichrist" (Kreator - 2012)

Na introdução de “Mars Mantra” com um misto de guitarras limpas e distorcidas, harmonias e melodias (tudo isso em 1:18) e o perfeito clima de introdução se inicia o meu favorito lançamento de 2012.
Encaixando perfeitamente com a introdução temos a faixa-título “Phantom Antichrist”, mostrando as guitarras rápidas e unidas presentes em toda a carreira do Kreator. Em um minuto de música já temos oprimeiro refrão, muito bem construído e que nos dá vontade de cantar junto. Temos aqui e em todo o álbum dois fatores importantíssimos: A melhor produção de toda a carreira do Kreator e a bateria beirando a perfeição em mais um trabalho sensacional de Ventor. 

Curiosidade: Foi dito em entrevista por Mille Petrozza que de certa forma “Phantom Antichrist” diz respeito a Osama Bin Laden. Polêmico!
Depois temos “Death to the World”, objetiva e agressiva ressaltando o trabalho vocal que a cada álbum evolui mais. Temos aqui a primeira harmonia com as duas guitarras com um ritmo cativante de bateria usando muito bem os pratos. Um solo com um pouco de Wah-Wah e um dos meus favoritos do álbum. “Toda a raça humana deve morrer!”


“From Flood into Fire” é sem dúvidas minha favorite de toda a discografia da banda. Ela tem uma introdução com uma melodia de guitarra e logo um riff cavalgado e a entrada dos vocais. Um dos melhores refrões que eu já ouvi, se não o melhor. Cativante, rápido, sem muita repetição. E aqui está o motivo de o solo de “Death to The World” não ser o meu preferido. Temos primeiro um solo rápido, a lá Kreator, um interlúdio com as guitarras limpas e logo depois uma chuva de solos. Com as guitarras alternando, temos 4 ou 5 solos, nenhum deles abaixo do ótimo. E aqui temos a volta, o milagre do retorno. Tudo se volta para esse momento mágico e o retorno do Riff principal e o refrão para finalizar essa obra-prima.




“Civilisation Collapse” tem uma grande introdução de bateria e mais riffs rápidos. Parece ser redundante dizer isso, mas essa é a essência de todo o álbum. “Acho que a principal coisa para um álbum de thrash metal é que seja direto ao ponto.” Frase do próprio Mille Petrozza. “There Will Be Blood Tonight!”
“United in Hate” se inicia com uma ótima introdução de violão, e em pouco tempo os pratos estouram seus ouvidos. “We are legion, united in hate!” Somos uma legião, unida no ódio. Ódio, essa é a essência do Thrash Metal, ódio e raiva. Muito bem demonstrados nessa música, por sinal.




Em “The Few, The Proud, The Broken” se inicia a parte mais cadenciada do álbum. Mostrando um pouco de variação, porém não abaixando o nível do álbum em momento nenhum. Percebemos aqui um foco maior à parte vocal, com passagens limpas e presença de vocais o tempo todo, excetuando apenas os solos.
“Your Heaven, My Hell” é a música mais longa do álbum, com quase seis minutos, confirmado o foco na parte vocal, com passagens limpas e cadenciadas e um vocal narrado, porém um pouco longe do que uma banda de thrash se propõe, provavelmente a mais fraca do álbum.


A vitória virá! Sim, ela vem, iniciando a parte derradeira do álbum com “Victory Will Come” é uma música realmente mágica e ainda prende o ouvinte a tudo que temos nesse álbum, novamente nos dando vontade de cantar o refrão junto com a música.


Nos deixando até um gostinho de quero mais, então até que nossos caminhos se encontrem novamente, temos ainda “Until Our Paths Cross Again”, sem dúvida a mais melódica do álbum, muito bem escrita e cheia de riffs, finaliza muito bem esse ótimo CD, mostrando que o Kreator ainda tem relevância e é tão forte como nunca na cena thrash mundial.

A única falha na produção, em minha opinião, é no baixo, que provavelmente necessitava de mais camadas, está praticamente inaudível em quase todo o CD.

Músicas: 

1. Mars Mantra
2. Phantom Antichrist
3. Death to the World
4. From Flood into Fire
5. Civilisation Collapse
6. United in Hate
7. The Few, The Proud, The Broken
8. Your Heaven, My Hell
9. Victory Will Come
10. Until Our Paths Cross Again


Análise feita por: Thomás Henrique 

Nuclear Decimation (vídeo)


Nuclear Decimation, banda brasileira de Thrash Metal, é de São Paulo, escutem ai galera. 



Análise de "Faster Than Evil" (JackDevil - 2013)


Bom galera minha primeira resenha aqui no blog, espero que gostem!, começando com uma das mais novas bandas de Thrash aqui no Brasil, JackDevil!

 Faster Than Evil: um EP da banda JackDevil, uma das mais novas bandas aqui no Brasil, recebeu destaque no site da Whiplash, em 2012 o "Under The Satan Command" chamou muita minha atenção com um Thrash com pegadas do velho e bom Heavy Metal, com um puta som. E nesse ano de 2013 voltam com tudo com o EP "Faster Than Evil", nada muda no estilo, de cara Metallica nos anos 80 (Kill 'Em All) e Exodus, Slayer, começando com a faixa Faster Than Evil, que é insana!, imagine ao vivo.

Segunda faixa "Flashlights", como eu disse, lembram muito Metallica, Exodus, Slayer, Flashlights é um exemplo, "Bastards In The Guillotine" terceira faixa do álbum, Bastards In The Guillotine, não sei mesmo o que dizer dessa música, que música foda pra caralho!, com certeza a melhor do "Faster", quarta faixa do álbum "Scream For Me", tem um solo que na minha opinião até agora é o melhor da banda, puta solo cara, fechando o EP com "Night Of The Killer", que é incrível como todas as músicas do Faster, agora está na hora de a banda lançar um álbum não acham?, quando isso acontecer vou estar muito ansioso!

Você pode baixar o EP Faster Than Evil clicando aqui


Músicas:
01. Faster than Evil
02. Flashlights
03. Bastards in the Guillotine
04. Scream for Me
05. Night of the Killer


JackDevil:
André Nadler - Vocais e guitarras
Ricardo Andrade - Guitarras
Renato Igor de Abreu - Baixo
Filipe Stress - Bateria

Análise feita por: Weslley Silva